Estas são as 5 questões com o maior índice de erro desse simulado. Que tal se preparar para elas?
#27661
Mariana, 48 anos, é empresária e possui um perfil de investidora arrojado. Após a venda de um galpão comercial, ela dispõe de R$ 2.000.000,00 e busca aplicar esse capital em instrumentos de crédito privado que superem o CDI no longo prazo. Em reunião com seu consultor de investimentos, ela avalia duas debêntures distintas disponíveis no mercado secundário: Debênture X: Título emitido por uma concessionária de rodovias, classificada como debênture incentivada (Lei nº 12.431), com remuneração de IPCA + 6,5% a.a., prazo de 7 anos e garantia real. Debênture Y: Título emitido por uma empresa de varejo, não incentivada, com remuneração de CDI + 3% a.a., prazo de 5 anos e garantia subordinada. Este contrato possui uma cláusula de covenant que restringe a distribuição de dividendos aos acionistas caso a relação Dívida Líquida/EBITDA ultrapasse 3,0x. Mariana deseja entender detalhadamente as implicações de risco, a prioridade de recebimento em caso de falência das emissoras e como as questões tributárias e contratuais (covenants) afetariam sua rentabilidade e segurança em cada uma das opções.
#27742
Henrique, 48 anos, possui perfil de investidor moderado e um patrimônio consolidado de R$ 5.000.000,00. Há três anos, juntamente com sua planejadora financeira, Marina, ele definiu uma alocação estratégica alvo de 60% em Fundos Multimercado (classificados como de Longo Prazo) e 40% em Fundos de Ações (FIA). Recentemente, um forte bull market elevou expressivamente o valor de suas cotas do FIA. Como resultado, o portfólio sofreu um desvio (drift), e a renda variável agora representa 55% da carteira, enquanto os multimercados caíram para 45%. Ambos os fundos apresentam substanciais ganhos de capital não realizados. Para corrigir o desvio de risco, Henrique agenda uma reunião com Marina. Ele informa que acaba de receber R$ 500.000,00 provenientes da venda de um imóvel e deseja utilizá-los na carteira. No entanto, Henrique é extremamente focado em eficiência tributária e demonstra preocupação com o "arrasto fiscal" (tax drag). Ele pede a Marina que o rebalanceamento seja feito da forma que gere o menor impacto em impostos possível, e aproveita para questionar as diferenças de tributação entre os dois fundos que possui.
#27733
Marina, 42 anos, é uma executiva de marketing com perfil de investidora moderada. Ela possui um portfólio de investimentos na ordem de R$ 2.000.000,00. Há dois anos, em conjunto com seu gerente de relacionamento, Thiago, Marina definiu uma alocação estratégica de ativos composta por 60% em Renda Fixa e 40% em Renda Variável. Recentemente, o mercado de capitais atravessou um ciclo de forte correção negativa (bear market), o que impactou o valor de seus ativos de risco. Como consequência, a proporção atual da carteira sofreu um desvio, passando a ser constituída por 75% de Renda Fixa e apenas 25% de Renda Variável. Desconfortável com o desalinhamento do seu portfólio, Marina agenda uma reunião com Thiago para discutir os próximos passos. Ela deseja compreender a diferença prática entre aplicar um "rebalanceamento percentual" baseado em bandas de tolerância e um "rebalanceamento regular". Além disso, questiona como a sua carteira teria se comportado frente a essa forte queda caso eles tivessem adotado o modelo dinâmico de Seguro de Portfólio de Proporção Constante (CPPI).
#27730
Marcelo, 58 anos, é um médico de perfil moderado que planeja iniciar sua transição para a aposentadoria em sete anos. O seu portfólio de R$ 4.000.000,00 foi estruturado originalmente com uma alocação estratégica de 70% em Renda Fixa (composta por títulos do Tesouro IPCA+ e CDBs) e 30% em Renda Variável (Ações e FIIs). Ao longo dos últimos 12 meses, devido a incertezas fiscais e um cenário global adverso, o mercado acionário sofreu uma forte correção de preços. Como consequência, a parcela de Renda Variável de Marcelo encolheu significativamente, fazendo com que a alocação atual da sua carteira se desviasse para 80% em Renda Fixa e apenas 20% em Renda Variável. Desconfortável com a queda, Marcelo agenda uma reunião com sua especialista de investimentos, Mariana. Ele deseja entender como a carteira deve ser ajustada neste momento utilizando os conceitos de "rebalanceamento percentual" (bandas de tolerância) e questiona como a carteira teria se comportado caso eles tivessem adotado, desde o início, a estratégia dinâmica de seguro de portfólio, conhecida como CPPI (Constant Proportion Portfolio Insurance).
#28238
Marcelo, certificado Anbima, gere a conta de Roberto, investidor de perfil moderado-arrojado com foco em patrimônio previdenciário. A política de investimentos de Roberto exige um portfólio diversificado para crescimento real de capital e determina formalmente o uso da estratégia de rebalanceamento dinâmico Constant Mix (Mix Constante). A alocação estratégica alvo exige pesos igualitários: exatamente 50% em Renda Variável e 50% em Renda Fixa. O aporte inicial totalizou R$ 5.000.000,00. No último ano, o cenário macroeconômico favoreceu os ativos de risco, gerando um ciclo de alta expressiva na bolsa, enquanto a renda fixa teve rendimentos apenas moderados. Na revisão de encerramento do semestre, Marcelo extrai a posição atualizada do portfólio de Roberto: • Renda Variável: saldo de R$ 3.500.000,00 (57,37% da carteira atual). • Renda Fixa: saldo de R$ 2.600.000,00 (42,63% da carteira atual). • Patrimônio Total Atualizado: R$ 6.100.000,00. Como o desvio rompeu a banda de tolerância estipulada no mandato de gestão, Marcelo precisa calcular as ordens de reenquadramento de pesos. Adicionalmente, deve orientar Roberto sobre o comportamento tático intrínseco da estratégia Constant Mix perante fortes oscilações, provando que as transações são fundamentais para garantir a manutenção estrita do nível de risco acordado originalmente.
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